Todos temos o direito de ser feliz.
Somos igualmente merecedores...
Somos igualmente seres humanos, fracos, vulneráveis...
Seres que amam e que sentem dor...
Devemos lutar pelos nossos direitos, que como o nome já diz não são direitos exclusivos a certos credos, classes sociais, etnias ou escolhas sexuais e sim direitos humanos.
A favor do casamento igualitário!
Vamos acabar com essa babaquice de preconceito e lutar apenas pelo que vale a pena, e isso é:
O amor e a liberdade.
Assinem e entrem nessa luta!
http://casamentociviligualitario.com.br/abaixo-assinado/
Também leia: "Veja que lixo" por Jean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ):
http://jeanwyllys.com.br/wp/veja-que-lixo
"Os argumentos de Guzzo contra o casamento igualitário seriam uma confissão pública de estupidez se não fosse uma peça de má fé e desonestidade intelectual a serviço do reacionarismo da revista. Ele afirma: “Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar”. Eu não sei que tipo de relação estável o senhor Guzzo tem com a sua cabra, mas duvido que alguém possa ter, com uma cabra, o tipo de relação que é possível ter com um cabra — como Riobaldo, o cabra macho que se apaixonou por Diadorim, que ele julgava ser um homem, no romance monumental de Guimarães Rosa. O que ele, Guzzo, chama de “relacionamento” com sua cabra é uma fantasia, pois falta o intersubjetivo, a reciprocidade que, no amor e no sexo, só é possível com outro ser humano adulto: duvido que a cabra dele entenda o que ele porventura faz com ela como um “relacionamento”.
Guzzo também argumenta que “se alguém diz que não gosta de gays, ou algo parecido, não está praticando crime algum – a lei, afinal, não obriga nenhum cidadão a gostar de homossexuais, ou de espinafre, ou de seja lá o que for”. Bom, nós, os gays e lésbicas, somos como o espinafre ou como as cabras. Esse é o nível do debate que a Veja propõe aos seus leitores.
Não, senhor Guzzo, a lei não pode obrigar ninguém a “gostar” de gays, lésbicas, negros, judeus, nordestinos, travestis, imigrantes ou cristãos. E ninguém propõe que essa obrigação exista. Pode-se gostar ou não gostar de quem quiser na sua intimidade (De cabra, inclusive, caro Guzzo, por mais estranho que seu gosto me pareça!). Mas não se pode injuriar, ofender, agredir, exercer violência, privar de direitos. É disso que se trata...."
Nenhum comentário:
Postar um comentário