segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Confissões de Uma Mente Perturbada II

O nó na garganta não desata... só aperta.

É muita coisa, muita informação, muitas pessoas vindo e muitas indo... algumas para nunca mais.
Muito o que fazer, pouco tempo,
a vida vai passando e não tenho paz para parar.. para gozar,
e quando me vejo, quando me sinto, já estou mais endurecida que ontem... mais calejada.
Sofro até com as alegrias...

Sinto falta do que passou e até daquilo que não foi.
Imagino as muitas possibilidades da vida que poderia ter tido caso tomasse outras estradas... Imagino como seria se...
se...

E sonho... e tento me soltar e quando me solto, me solto demais... me jogo com força,
e quando me prendo, me sufoco...
É essa busca pelo meio termo... essa inalcançável busca pelo equilíbrio utópico, mas que funciona como um incentivo à mudança, e como mudei!
Quem me viu e quem me vê!

Queria agradecer tantos... queria abraçar tantos... beijar...
E queria dizer que estou com muito medo.
Porque crescer assusta e machuca, muitas vezes.
Queria dizer que me sinto tão sozinhas, mas que hoje, existem tantas pessoas que me fazer achar realmente um motivo para continuar na busca.

E o Tempo Rei me rege

eu choro...
de emoção... de medo... de felicidade... de ansiedade...
eu sofro
mas eu luto... e eu mudo!

"Eu quero dizer
Agora o oposto do que eu disse antes
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante"

Eu só queria um abraço

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